23 maio 2020 - 10:35

DADOS ANIMADORES

Covid | Foto: Anton Petrus

Notícias animadoras em torno da pandemia, porém, apenas para alguns países. O site UOL divulgou que instituições de referência como a Universidade de Johns Hopkins e Worldometers mostram claramente a tendência mundial: os casos de pneumonia ligados à covid-19 e as mortes decorrentes do vírus estão diminuindo em números absolutos. Se continuar dessa maneira, há uma forte chance da pandemia terminar em um mês.

Mas os indícios de uma luz no final do túnel existem, como indicam os dados sobre aumentos diários de casos, como de apenas 1,2% nos Estados Unidos, 0,3% na Alemanha, 0,25% na França, Itália e Espanha. O site do jornal econômico Les Echos lembra que na Suíça, os casos evoluíram em apenas 0,05% por dia desde o início de maio. As exceções na Europa ficam por conta da Bélgica (0,6%) e Reino Unido (1,2%).

Jean-François Toussaint, professor de Fisiologia na Universidade de Paris, é otimista em relação ao fim da pandemia. Em entrevista nessa sexta-feira, 22, à France Info, ele lembra que a propagação do vírus na França teve queda de 95% em relação ao pico da crise, entre fim de março e começo de abril. “O risco não desapareceu, mas é bem menor”, afirma o médico.

No entanto, ele diz que a probabilidade de uma segunda onda de contaminações não pode ser excluída. Mas o médico especialista Jean-François Toussaint é reticente em relação à eficácia do lockdown, alegando que não há dados concretos a respeito. “Países que não fizeram confinamento tiveram menos casos fatais que o esperado”.

Infelizmente essa realidade está bem longe de acontecer no Brasil. Vale lembrar que a Nova Zelândia não tem nenhum caso de contaminação ou morte há três semanas, justamente por ter seguido todas as medidas de segurança em tempo hábil e, a população respeitar e ser consciente.

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