
A compra da joalheria Tiffany&Co. pelo grupo LVMH pode grandes riscos de subir no telhado. O motivo? O cenário econômico americano e os diversos protestos pelo assasinato de George Floyd, na semana passada.
CEO e principal acionista do conglomerado de grandes marcas, Bernard Arnault (cuja fortuna encolheu US$ 30 bilhões/R$ 151 bilhões só por causa da Covid-19) sempre teve um olho na gigante fundada em 1887 por Charles Lewis Tiffany sobretudo por causa de sua forte presença nas Américas, região que respondeu por 43% de suas receitas no último ano fiscal.
Vamos aguardar as próximas cenas da história, que tem em jogo US$ 16,2 bilhões de dólares. Apenas!


